Category Archives: aprender

Aprender com a realidade aumentada

A minha avó ia adorar saber que se pode Aprender combinando o real e o virtual, de forma interactiva e em tempo real com registo em 3D.

http://www.helloslide.com/embed/630

Ah… e já agora, trata-se de uma apresentação feita no Helloslide uma simpática aplicação onde o texto se transforma em voz, coisa muito útil para ser disponibilizada online ou mesmo se se ficar afónico num contexto presencial.

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Doodling… Rabiscar é preciso!

 

Ferramentas diárias de pensamento criativo

Recomendadas para rabiscar no espaço cerebral livre quando:

… se fala com alguém que ocupa pouco espaço nas nossas cabeças (não necessariamente sem interesse)

… se funciona em piloto automático (não necessariamente a atravessar o atlântico)

… se pensa sobre a vida (não necessariamente sobre o futuro)

… se bebe um café e come uma torrada (não necessariamente com manteiga)

… whatever…

A questão não está no insólito das situações mas na nossa capacidade de criar. Fazê-lo a partir duma colaboração entre o rabisco-visual e o padrão cognitivo, não é sinal de imbecilidade mas de inteligência.

Sobretudo quando a quantidade de informação é muito grande e o processamento exige profundidade… RABISQUEM.

PS: A água é para oxigenar e já agora para as pedras nos rins.

Rabiscar é adicionar emoções ao que se aprende.

Rabiscar é furar o inconsciente.

Se isto lhe interessar veja estes artigos recomendados aqui.

http://www.wired.com/wiredscience/2009/02/doodlerecall/

http://www.bottomlinesecrets.com/print.html?article_id=49122

LIFEisGAME

No Projecto LIFEisGAME (LearnIng of Facial Emotions usIng Serious Games) está-se a desenvolver a tecnologia para criar mais uma ferramenta para ajudar a desenvolver nas crianças com PEA aquilo onde são inábeis.

Perfeito! A tecnologia é muito capaz, quanto a isso não tenho dúvidas.

Aquilo que me deixa a pensar está ligado ao resto… à perturbação em si, mas especialmente às crianças e às famílias.

  • Do ponto de vista cognitivo, como se processa nas crianças com PEA a aprendizagem das habilidades comunicacionais? Que circuitos neurais são implicados e como? De que forma usam elas a “base de informação” que lhes será dada pela ferramenta em desenvolvimento neste projecto?
  • Do ponto de vista metacognitivo, como produzem as crianças com PEA o seu próprio conhecimento? Como usam o seu potencial cognitivo e sobretudo como “pilotam” elas esse processo?

Certamente que diferentes linhas de investigação serão desenvolvidas em simultâneo, e eu espero lá para 2014 saber mais umas coisinhas que me ajudem a clarificar as minhas dúvidas.

mediamos mesmo?

filtros de qualidade e aprendizagens significativas

A revisão da literatura ou o estado da arte dão-nos os filtros necessários para as aprendizagens significativas…? Formalmente tenho para mim que ajudam um bom bocado.

Quanto às aprendizagens informais, ainda ando à procura de um paradigma.

Por ora, padeço de dificuldade em acompanhar as mais recentes
novidades e desenvolvimentos e de dificuldade em avaliar a qualidade da informação circulante e receio que isto se venha a agravar e transformar num estado patológico de litracia-informativa-apatica.

Mantenho-me num estado activo de ambivalência (…e agora vou ali ao blog da esquina produzir conhecimento).

E não me lixem com a autoria!

intoxicação informativa

Acordo diariamente no meio de um cenário de intoxicação informativa.

Mas não é com isso que me devo inquietar. Afinal esse é o cenário mas quem está no meio dele sou eu, uma criatura cujas capacidades cognitivas (as de análise e de síntese, claro) não deviam sofrer de preguiça. A verdade é que nem sempre conseguem filtrar aquilo que outras criaturas, igualmente donas de excelentes capacidades, põem a circular por aí.  Separar o essencial do acessório é uma velha questão que hoje precisa de uns quantos filtros de qualidade e de mais um café.

Em destaque, hoje no meu dia: ” Preguiça cognitiva, não”.

http://blip.tv/play/gshVzq1XAg